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Gordura abdominal estimula obesidade, diz estudo

A nova pesquisa, publicada na revista científica da Federation of American Societies of Experimental Biology, revela que  a camada de gordura do abdômen produz um hormônio conhecido como neuropeptídeo Y (NPY), que estimula o apetite e é produzido também pelo cérebro.

A ação deste hormônio, por sua vez, estimularia a reprodução das células adiposas, o que acelera a obesidade.

“Esse processo pode se transformar em um ciclo vicioso em que o NPY produzido pelo cérebro faz você comer mais e acumular mais gordura na barriga”, diz Yaiping Yang, que liderou o estudo.

“Essa camada gordurosa produz então mais hormônios NPY, o que leva a um aumento no número de células gordurosas.”

Obesidade

Estudos anteriores já indicavam que a produção excessiva do hormônio neuropeptídeo Y é um dos principais fatores que leva os obesos a comer mais.

A obesidade, independente do local em que a gordura é acumulada, faz mal à saúde. No entanto, a gordura abdominal é considerada mais perigosa porque aumenta o risco de doenças cardíacas, diabete tipo 2, pressão alta e alguns tipos de câncer.

Segundo Yang, o próximo passo da pesquisa será identificar se o NPY produzido pelo abdômen também é liberado no sistema circulatório, o que poderia afetar as mensagens que o cérebro envia sobre a sensação de fome.

Caso o hormônio possa ser encontrado na corrente sangüínea, o pesquisador afirma que será possível desenvolver um exame simples de sangue para detectar qualquer aumento no nível de NYP.

“Se conseguirmos detectar o NPY cedo e identificar pacientes com risco de obesidade abdominal, podemos fazer um tratamento para impedir a ação do hormônio”, afirma Yang.

“Seria muito mais fácil usar medicamentos para prevenir a obesidade do que tratar doenças causadas por ela”, conclui.

De acordo com o diretor do Fórum Nacional para Obesidade da Grã-Bretanha, David Haslam, o estudo oferece mais informações sobre os mecanismos complexos que regulam o processo de armazenamento e processamento de gordura.

“Essa é uma das descobertas que, emum futuro próximo, pode levar a um modo de manipular o ciclo vicioso deste hormônio”, afirma Haslam. “Não é ficção científica pensar que é possível encontrar um modo de bloquear sua ação.”

 Fonte:  BBC Brasil
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Almoço de despedida do Fenômeno, no Fantástico, tem pastel, picanha, costela

Na semana passada, no Fantástico, o Fenômeno descobriu que a saúde dele não anda lá grandes coisa: 25% de gordura, colesterol alto e cintura e peso preocupantes. A meta do preparador físico Marcio Atalla, que criou o programa de treinamento, é para Ronaldo perder 10 quilos, mas Ronaldo quer mais: quer perder 18! Além disso, Ronaldo tem um problema na tireoide, uma glândula que produz hormônios reguladores do metabolismo. Os médicos dizem que o hipotireoidismo de Ronaldo é leve. Com o acompanhamento do Marcio Atalla, Ronaldo vai ter 90 dias para entrar na Medida Certa. (Clique na imagem)

Mas, como ele também é filho de Deus, tem direito a uma última refeição do jeito que comeria todo dia! Pastel, picanha, costela. A nutricionista Luciana Lancha, que está orientando o Ronaldo, dá a dica: o ideal é que as pessoas optem pela carne branca, como o peixe e o frango, que tem menos gordura e são menos calóricas que a carne vermelha.

Leia mais no site do Fantástico da Rede Globo.

Obesidade: índice brasileiro é criado pela USP

O estudante Diego da Silveira Pereira, 21, é o que se pode chamar de um jovem de porte atlético. Com 1,79 m e 92 kg, ele vai à academia cinco dias na semana para manter a aparência saudável.

Mas um novo estudo da USP de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) projetou um cálculo segundo o qual Diego está na faixa de pessoas com um possível perigo escondido.

São aqueles com peso normal ou leve sobrepeso, mas que podem ter chances de desenvolver doenças crônicas como diabetes e hipertensão.

O que a USP propõe é a criação de um novo IMC (índice de massa corporal). Ele pode ser o primeiro IMC brasileiro –não há registro de cálculos semelhantes no país, de acordo com a Abeso, que estuda a obesidade.

Conhecido mundialmente, o IMC é uma medida antiga, do século 19. Trata-se de um cálculo rápido para saber se alguém está muito acima ou muito abaixo do peso ideal.

Divide-se o peso da pessoa pelo quadrado da sua altura. O peso é considerado ideal quando o IMC está entre 20 e 25. Acima de 25 passa a ser sobrepeso. Mais do que 30 é considerado obesidade.

Para chegar ao resultado, além de saber o peso e a altura da pessoa, o estudo de Ribeirão recorre a um aparelho, o de impedância bioelétrica.

Ele é parecido com uma balança doméstica, mas com fios que se ligam a dois bastões. Sobre essa espécie de balança, a pessoa segura por 30 segundos as hastes.

É o tempo para que, por meio da corrente elétrica, seja calculada a chamada massa gorda, ou seja, tudo o que não é osso, órgão etc.

Segundo a nutricionista Mirele Mialich Grecco, autora do estudo, esse aparelho já pode ser encontrado em academias de ginástica, hospitais e clínicas de endocrinologistas e nutricionistas.

É o detalhe de calcular a gordura do corpo o diferencial do estudo da USP.

Pelo IMC tradicional, um indivíduo com 1,70 m e 72 kg estaria com peso dentro do esperado (IMC 24,9).

Já no IMC “brasileiro”, se o aparelho constatasse que a mesma pessoa tem 32% de quantidade de gordura em seu corpo, o índice seria de 2,02, o que já a classificaria com risco de obesidade.

PÚBLICO-ALVO

São os que parecem normais pelo IMC tradicional, as pessoas com índices de 20 a 25, o alvo da pesquisa.

Pesquisadores de outros países há anos buscam formas de aprimorar o IMC. Usam, por exemplo, a circunferência da cintura, do pescoço e do quadril.

Para projetar a fórmula do IMC brasileiro, o estudo avaliou 501 estudantes da USP. O próximo passo da pesquisa, orientada pelo docente Alceu Jordão Junior, é ampliar o número e a diversidade do grupo para se aproximar de uma amostra do povo brasileiro.

Fonte: UOL Saúde

Dietas com baixo de teor de gordura podem reduzir ondas de calor da menopausa, diz The New York Times

Uma nova pesquisa descobriu que, além dos benefícios conhecidos, dietas com baixo teor de gordura também podem reduzir as ondas de calor e os suores noturnos da menopausa.

Os cientistas estudaram 17.473 mulheres na menopausa que não faziam terapia de reposição hormonal. Entre as participantes, 40% receberam um plano de dieta com baixo teor de gorduras e rico em frutas, hortaliças e cereais integrais. Elas visitaram nutricionistas periodicamente com o intuito de assegurar a realização da dieta. As outras mantiveram sua dieta costumeira. Todas as participantes registraram em detalhes a intensidade das ondas de calor e dos suores noturnos.

De modo geral, as mulheres do grupo que realizou a dieta estavam 14% mais propensas a eliminar esses sintomas no primeiro ano do estudo do que as do outro grupo. Essa diferença continuou depois que fatores como peso inicial, tabagismo, etnia e outros foram levados em conta.

As mulheres em dieta estavam três vezes mais propensas a perder peso do que as que continuaram com sua alimentação habitual. Entretanto, mesmo as participantes do grupo em dieta que ganharam peso estavam mais propensas a eliminar ou reduzir os sintomas da menopausa.

“Precisamos realizar mais pesquisas para descobrir quais aspectos da dieta estão relacionados aos sintomas vasomotores”, afirmou a principal autora do estudo e pesquisadora da Kaiser Permanente de Oakland, na Califórnia, Candyce H. Kroenke. “Contudo, se a perda de peso ocorre em um contexto de alteração para uma dieta saudável, talvez essa seja uma forma de eliminar as ondas de calor.”

O estudo foi publicado online na semana retrasada, no periódico Menopausa.

Fonte: UOL , acessado 22/07/2012

Saiba as calorias de cada sabor de pizza (Dica do UOL)

O UOL mostra com um slideshow a quantidade de calorias de várias pizzas.

Clique na imagem para ir ao site.

Fonte: UOL Dieta & Boa Forma
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