Arquivo do mês: julho 2012

Farinha de frutas em favor da saúde (IG Saúde)

Maracujá, uva, banana verde e laranja viram pó na luta contra o excesso de peso e as doenças associadas à obesidade

Nas lojas de produtos naturais ou até mesmo nas prateleiras das farmácias, as farinhas de frutas ganham espaço.

Maracujá, uva, banana verde e laranja são as mais conhecidas e também as mais vendidas este ano, embora já sejam comercializadas há algum tempo.

O consumo desse tipo de suplemento vem aumentando em busca de seus propagandeados efeitos emagrecedores. Alguns deles realmente comprovados, como é o caso do maracujá.

Uma pesquisa conduzida pelo químico Armando Sabaa Srur, da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), concluiu que a pectina, substância presente na casca da fruta, causa saciedade precoce. Isso porque a pectina é uma fibra solúvel e, ao entrar em contato com os líquidos estomacais, vira um gel, evitando que o estômago se esvazie rapidamente. Com esse funcionamento, a substância vira aliada também de quem precisa controlar os picos de insulina, como os diabéticos.

“A farinha de maracujá é hipoglicemiante, ou seja, melhora a tolerância à glicose. Mas ela atua apenas como um coadjuvante no tratamento”, alerta a nutricionista Ariane Pereira, da DNA Nutri.

A grande sacada desses produtos é concentrar a quantidade de fibras contidas nos alimentos ou aproveitar partes que normalmente serão descartadas, como a casca de maracujá.

“No entanto, é preciso saber qual comprar: algumas contêm fibras solúveis, portanto mais indicadas para quem tem prisão de ventre; outras são ricas em fibras insolúveis, que melhoram a motilidade intestinal”, explica Ariane.

As fibras prontas são consideradas eficazes, porém é importante que a quantidade e modo de uso sejam orientados por um nutricionista, já que existem recomendações diárias, salienta a nutricionista Gabriela Paschoal, da VP Consultoria Nutricional.

Para ter o efeito desejado e ajudar a manter a saúde, a ingestão de fibras deve ser acompanhada de um aumento no consumo de água, ou o resultado pode ser o contrário do desejado. Em uma dieta balanceada, é indicado que uma pessoa coma diariamente de 25g a 35g de fibras.

Os suplementos, no entanto, são recomendados para quem não come muita fruta ou legume e, portanto, não consegue alcançar a quantidade saudável. A seguier, conheça as principais farinhas existentes no mercado e veja como elas agem no corpo.

Farinha de Laranja

Produzida a partir da casca de laranja desidratada, é rica em fibras, principalmente a pectina – fibra dietética solúvel em água, encontrada em maior quantidade na laranja. Alguns trabalhos científicos mostram que esta fibra está relacionada com a redução dos níveis de colesterol e triglicérides. Além disso, retarda o esvaziamento gástrico, tornando-o mais lento, aumentando a saciedade. A consequência desse efeito seria a redução da ingestão alimentar, o que contribuiria para a perda de peso.

Farinha de Banana

Produzida a partir do fruto inteiro da banana verde (biomassa da casca e da polpa), a farinha dessa fruta é rica em vitaminas A, B1, B2, ácido nicotínico, sódio, potássio, magnésio, manganês, cobre, fósforo, enxofre, cloro, iodo. Ela contém apenas 2% de açúcares e uma grande quantidade de amido resistente, que não é absorvido pelo intestino em indivíduos saudáveis devido à impossibilidade de ser digerido.

O produto ainda fortalece e aumenta o número de bactérias intestinais benéficas, facilitando o trânsito intestinal e dificultando a absorção de gorduras e glicose, sendo, portanto indicado aos diabéticos, aos que têm colesterol elevado e altamente recomendável aos celíacos – a farinha é isenta de glúten podendo ser adicionada em diversas preparações, tais como sopas, pães, biscoitos, salgados, etc. Leia mais: Macarrão de farinha de banana verde é opção para menu sem glúten

Farinha de Uva

Produzida a partir dos resíduos que são descartados em processos industriais dos derivados de uva, a farinha de uva é riquíssima em quercetina (substância fotoquímica encontrada naturalmente em diversos alimentos), antocianina (substância polifenólica responsável pelo pigmento roxo característico da casca da uva) e resveratrol (polifenol produzido em diversas plantas, encontrada principalmente na casca da uva). Devido a estas características, essa farinha é conhecida por sua ação antioxidante, anti-inflamatória e protetora do coração. Esse alimento também previne o estresse oxidativo da célula, ajudando a prevenir tumores.

Leia mais sobre alimentos antioxidantes no IG Saúde

Fonte: IG Saúde (Acessado no dia 23/07/2012)

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Obesidade: índice brasileiro é criado pela USP

O estudante Diego da Silveira Pereira, 21, é o que se pode chamar de um jovem de porte atlético. Com 1,79 m e 92 kg, ele vai à academia cinco dias na semana para manter a aparência saudável.

Mas um novo estudo da USP de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) projetou um cálculo segundo o qual Diego está na faixa de pessoas com um possível perigo escondido.

São aqueles com peso normal ou leve sobrepeso, mas que podem ter chances de desenvolver doenças crônicas como diabetes e hipertensão.

O que a USP propõe é a criação de um novo IMC (índice de massa corporal). Ele pode ser o primeiro IMC brasileiro –não há registro de cálculos semelhantes no país, de acordo com a Abeso, que estuda a obesidade.

Conhecido mundialmente, o IMC é uma medida antiga, do século 19. Trata-se de um cálculo rápido para saber se alguém está muito acima ou muito abaixo do peso ideal.

Divide-se o peso da pessoa pelo quadrado da sua altura. O peso é considerado ideal quando o IMC está entre 20 e 25. Acima de 25 passa a ser sobrepeso. Mais do que 30 é considerado obesidade.

Para chegar ao resultado, além de saber o peso e a altura da pessoa, o estudo de Ribeirão recorre a um aparelho, o de impedância bioelétrica.

Ele é parecido com uma balança doméstica, mas com fios que se ligam a dois bastões. Sobre essa espécie de balança, a pessoa segura por 30 segundos as hastes.

É o tempo para que, por meio da corrente elétrica, seja calculada a chamada massa gorda, ou seja, tudo o que não é osso, órgão etc.

Segundo a nutricionista Mirele Mialich Grecco, autora do estudo, esse aparelho já pode ser encontrado em academias de ginástica, hospitais e clínicas de endocrinologistas e nutricionistas.

É o detalhe de calcular a gordura do corpo o diferencial do estudo da USP.

Pelo IMC tradicional, um indivíduo com 1,70 m e 72 kg estaria com peso dentro do esperado (IMC 24,9).

Já no IMC “brasileiro”, se o aparelho constatasse que a mesma pessoa tem 32% de quantidade de gordura em seu corpo, o índice seria de 2,02, o que já a classificaria com risco de obesidade.

PÚBLICO-ALVO

São os que parecem normais pelo IMC tradicional, as pessoas com índices de 20 a 25, o alvo da pesquisa.

Pesquisadores de outros países há anos buscam formas de aprimorar o IMC. Usam, por exemplo, a circunferência da cintura, do pescoço e do quadril.

Para projetar a fórmula do IMC brasileiro, o estudo avaliou 501 estudantes da USP. O próximo passo da pesquisa, orientada pelo docente Alceu Jordão Junior, é ampliar o número e a diversidade do grupo para se aproximar de uma amostra do povo brasileiro.

Fonte: UOL Saúde

Dietas com baixo de teor de gordura podem reduzir ondas de calor da menopausa, diz The New York Times

Uma nova pesquisa descobriu que, além dos benefícios conhecidos, dietas com baixo teor de gordura também podem reduzir as ondas de calor e os suores noturnos da menopausa.

Os cientistas estudaram 17.473 mulheres na menopausa que não faziam terapia de reposição hormonal. Entre as participantes, 40% receberam um plano de dieta com baixo teor de gorduras e rico em frutas, hortaliças e cereais integrais. Elas visitaram nutricionistas periodicamente com o intuito de assegurar a realização da dieta. As outras mantiveram sua dieta costumeira. Todas as participantes registraram em detalhes a intensidade das ondas de calor e dos suores noturnos.

De modo geral, as mulheres do grupo que realizou a dieta estavam 14% mais propensas a eliminar esses sintomas no primeiro ano do estudo do que as do outro grupo. Essa diferença continuou depois que fatores como peso inicial, tabagismo, etnia e outros foram levados em conta.

As mulheres em dieta estavam três vezes mais propensas a perder peso do que as que continuaram com sua alimentação habitual. Entretanto, mesmo as participantes do grupo em dieta que ganharam peso estavam mais propensas a eliminar ou reduzir os sintomas da menopausa.

“Precisamos realizar mais pesquisas para descobrir quais aspectos da dieta estão relacionados aos sintomas vasomotores”, afirmou a principal autora do estudo e pesquisadora da Kaiser Permanente de Oakland, na Califórnia, Candyce H. Kroenke. “Contudo, se a perda de peso ocorre em um contexto de alteração para uma dieta saudável, talvez essa seja uma forma de eliminar as ondas de calor.”

O estudo foi publicado online na semana retrasada, no periódico Menopausa.

Fonte: UOL , acessado 22/07/2012

Feijoada orgânica e vegetariana é sucesso em empresa paulistana, diz Estadão

Abobrinha, cenoura, tofu defumado, bife de soja, tiras de coco, acelga, talo de salsão, beterraba e feijão preto. Tudo acompanhado de couve e farofa de aveia. Pode parecer estranho, mas esses são os ingredientes da marmita de feijoada orgânica e vegetariana que faz mais sucesso na Comida & Consciência. A empresa começou sem grandes pretensões, com as amigas Sofia Dobbin e Cássia Janeiro, ambas de 48 anos, cozinhando para amigos e familiares. Com o sucesso dos pratos, a dupla resolveu abrir uma empresa e estruturar as entregas.

“Não repetimos os pratos no mês, só a feijoada que tem todo sábado. Ninguém acredita que não tem carne. Fica incrivelmente gostosa sem alho, sem cebola. Tudo o que fazemos é temperado com ervas frescas”, conta Cássia. As duas se conheceram após um curso de biopsicologia no Parque Visão Futuro, em Porangaba, e durante encontros para meditação coletiva.

Cássia é escritora e presidente do Instituto Visão Futuro de São Paulo. Sofia é aeromoça aposentada e culinarista. Com o amor pela culinária e o vegetarianismo em comum, elas resolveram colocar em prática as preferências. Juntas fizeram mais de 200 salgadinhos vegetarianos e orgânicos para a festa dos filhos de Cássia, Gabriel, de 26 anos, e Fernanda, 22 anos. “Todos gostaram do quibe de abóbora, do quibe de carne de soja e da coxinha de palmito”, lembra Cássia.

Paralelamente, uma amiga, Marisa Antônia, resolveu optar pelo vegetarianismo, mas não tinha o dom culinário. Ao preparar os pratos, Cássia cozinhava para a família e fazia um pouco a mais para a amiga. Com o tempo, Marisa se propôs a pagar pelos pedidos.

Ainda na lista de amigos, o designer Victor Sanches fez o site da empresa e também ajudou a divulgar as marmitas. “Os clientes eram nossos filhos, a Marisa e o Victor. Eles foram indicando a empresa e os pedidos começaram a crescer”, destaca Cássia.

Mas a dupla não está só preocupada em oferecer uma comida gostosa e saudável. “Nós duas seguimos uma linha espiritual. Temos uma preocupação com a origem do alimento que comemos e acreditamos que ele nutre fisicamente e espiritualmente. Quando cozinhamos, cantamos mantras”, conta Cássia.

Quem quiser experimentar os pratos precisa fazer o pedido com um dia de antecedência pelo telefone ou pelo site. A refeição custa R$ 20 com taxa de entrega dentro de um raio de cinco quilômetros do bairro de Higienópolis, em São Paulo. Caso a entrega seja mais longe, será cobrada uma taxa a combinar. O cardápio da semana é divulgado no site.

Fonte: Estadão Acessado em 22/07/2012

Saiba as calorias de cada sabor de pizza (Dica do UOL)

O UOL mostra com um slideshow a quantidade de calorias de várias pizzas.

Clique na imagem para ir ao site.

Fonte: UOL Dieta & Boa Forma
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